top of page
LOGO Segurança Privada_edited.png
LOGO%2520Fev%25202021_edited_edited_edited.png
LOGO%2520Vigilarm%2520Presta%25C3%25A7%25C3%25A3o%2520de%2520Servi%25C3%25A7os_edited_edit
LOGO VIGILARM LETRAS 003_edited.png

Empresários e gestores sabem da importância de uma gestão com foco em produtividade. Diante de um mercado exigente, é fundamental atuar na otimização de processos e na redução de despesas.

Nesse sentido, a terceirização de serviços é uma alternativa que faz parte das estratégias corporativas. Esse modelo de trabalho tem sido cada vez mais utilizado por empresas que adotam um planejamento direcionado ao seu core business, mas que buscam mais agilidade, qualidade e especialização em todos os processos. A terceirização de serviços é capaz de trazer uma série de ganhos ao seu negócio. Conheça agora os mais importante


Os principais benefícios da terceirização para sua empresa Manter o foco no core business e na estratégia corporativa O primeiro benefício gerado pela terceirização de serviços é a possibilidade de manter gestores focados no core business, dedicando-se verdadeiramente ao negócio e à estratégia da empresa. Preocupações secundárias são compartilhadas com os parceiros, bem como a responsabilidade pela operação. Dessa forma, é possível direcionar esforços, conhecimento e energia para a aperfeiçoar a gestão, atingir os objetivos e conquistar os resultados planejados. Contar com especialistas em todas as etapas da operação Outro benefício importante relacionado à terceirização de serviços é poder contar com profissionais e equipes mais especializados e experientes, com know-how diferenciado e conhecimentos técnicos específicos, capazes de realizar as atividades previstas com mais qualidade e excelência. Em muitos casos, a terceirização pode ser considerada uma profissionalização das tarefas. Ainda, é possível reduzir custos com treinamentos e capacitação interna, já que a responsabilidade pelo serviço passa a ser da empresa prestadora e de seus colaboradores, que devem estar preparados e devidamente qualificados para exercer as funções planejadas. Reduzir custos operacionais Os encargos e os direitos trabalhistas previstos na legislação brasileira oneram muito a folha de pagamento, obrigando as empresas a repensar possíveis contratações. Esses valores representam uma grande despesa, que pesa consideravelmente no orçamento corporativo. Em linhas gerais, a relação custo-benefício da terceirização é positiva, pois envolve custos menores se comparados com os necessários para a formação de uma equipe interna para realização das mesmas atividades. É preciso citar também uma maior previsibilidade de custos, uma vez que nos valores pagos mensalmente à terceirizada estão inclusos os gastos com rescisão, férias, faltas e eventuais ações trabalhistas. Portanto, esse modelo de contrato colabora para o equilíbrio financeiro da empresa.


Priorizar os investimentos As empresas prestadoras de serviços, sendo especializadas, investem constantemente na aquisição de novas tecnologias e na qualificação de suas equipes para manter o diferencial competitivo, oferecendo ainda mais qualidade. Isso faz com que a empresa contratante possa priorizar os seus próprios investimentos, dedicando os recursos disponíveis a projetos mais relevantes para a estratégia da organização. Construir parcerias produtivas Outro benefício trazido pela terceirização é a possibilidade de construir parcerias com os fornecedores e não apenas contratar serviços. Em alguns casos, o mais interessante é escolher uma empresa tecnicamente especializada, que tenha conhecimento e vivência no mercado e que, consequentemente, seja capaz de agregar valor e apoiar estrategicamente a gestão. Relações 'ganha-ganha' são sempre importantes na busca pela produtividade. Otimizar o tempo de gestores e profissionais A terceirização de serviços propicia uma sensível otimização do tempo de gestores e profissionais, já que algumas atividades passam a ser realizadas pelas empresas prestadoras. Esse processo conta ainda com a redução da sobrecarga de trabalho, a partir de uma divisão mais adequada de responsabilidades, e com a profissionalização dos processos. Dessa forma, o capital humano pode ser direcionado a tarefas realmente importantes e estratégicas, como análises e levantamentos específicos que colaboram, principalmente, para a tomada de decisões acertadas. Entretanto, é preciso frisar que toda a terceirização deve ser supervisionada e monitorada por indicadores para que não haja qualquer possibilidade de risco à empresa. Expandir o negócio de forma estruturada Todos os benefícios já citados criam uma condição bastante favorável à expansão dos negócios. Com uma gestão focada no core business, na redução de custos, nos processos internos de qualidade e nas parcerias produtivas, é mais fácil planejar e executar ações para a expansão da companhia. Além disso, as empresas prestadoras também são capazes de sustentar o crescimento da operação sem que haja a necessidade de grandes investimentos, especialmente em infraestrutura ou tecnologia. Os principais serviços terceirizados Entre os modelos mais tradicionais de serviços terceirizado estão os de limpeza, recepção, manutenção predial e portaria. Atualmente, também é possível contar com as facilidades de uma portaria remota, serviço que garante o monitoramento de gerenciamento dos acessos por meio de uma central que adota procedimentos rigorosos de controle à distância. Essa modalidade assegura uma redução nos custos mensais, nas reclamações trabalhistas e nos problemas de mão de obra. Outro setor importante é o que envolve a segurança patrimonial, contemplando equipes armadas ou desarmadas, tecnologias como a instalação de câmeras (CFTV), além de alarmes e segurança perimetral. Por se tratar de um assunto que exige grande especialização e competência - e por ser regulamentado pela Policia Federal, de acordo com a lei 7102/83, que contempla uma série de exigências burocráticas, incluindo reciclagem periódica dos vigilantes e controle rigoroso de armas e munições -, tornou-se um dos serviços mais delegados à terceirização, exatamente para garantir a segurança das instalações e também dos colaboradores. Nesse sentido, vale a pena investir em uma consultoria dedicada para analisar as particularidades de cada negócio, projetando e implantando sistemas integrados de segurança e reduzindo a vulnerabilidade dos empreendimentos. Algumas outras atividades também entram para a lista de trabalhos terceirizados em função do próprio planejamento corporativo que prevê investimentos na profissionalização de serviços. Bons exemplos são a contratação de empresas especializadas em processos de RH, como recrutamento e seleção, treinamento, elaboração de políticas internas e aplicação de pesquisas de clima organizacional e, ainda, de agências de marketing para elaboração de estratégias de divulgação da marca, atração e fidelização de clientes. A terceirização de serviços deve ser bem analisada e é fundamental que esteja alinhada às necessidades e expectativas do negócio, de modo a colaborar significativamente para os resultados da empresa. As leis que envolvem a terceirização de serviços É muito importante conhecer detalhes da legislação que rege a terceirização de serviços no Brasil a fim de tomar os cuidados necessários com esse modelo de contrato e evitar reclamações e problemas futuros. Atualmente, a lei permite terceirizar apenas as atividades-meio, ou seja, aquelas que não estão diretamente relacionadas ao core business da empresa. Entretanto, vale lembrar que está em trâmite o Projeto de Lei nº 4.330/04 que propõe novas regras para terceirização no país, incluindo a possibilidade de contratação das atividades-fim. É interessante acompanhar o processo de aprovação deste projeto, que ainda prevê outras alterações, e realizar os ajustes necessários. Sua empresa já adotou a terceirização de serviços? Divida conosco quais foram os principais benefícios trazidos por esse novo modelo de trabalho. Compartilhe nosso post em suas redes sociais e faça seus comentários! Baixe também nosso Guia da Terceirização da Equipe de Serviços e aprenda como fazer.

25 visualizações0 comentário

Atualizado: 24 de abr. de 2023

Os dados da violência no Brasil são alarmantes. Somente os roubos seguidos de morte, conhecidos juridicamente como latrocínios, aumentaram 50% no período de 2010 a 2016. A cada minuto, um carro é furtado ou roubado no país, ou seja, está quase impossível viver sem um monitoramento por câmeras como forma de inibir a ação dos bandidos.

Seja em residências ou pontos comerciais, a vigilância é uma verdadeira arma para melhorar a segurança tanto da sua família quanto do seu negócio. Atualmente, o sistema CFTV é o mais utilizado no Brasil e conta com excelentes resultados, inclusive no auxílio à segurança pública.

Com as inovações tecnológicas, existe um leque de opções para você não errar no monitoramento por câmeras. Quer saber tudo sobre sistemas de segurança e CFTV? Então, continue lendo este post e faça a melhor escolha para proteger o seu patrimônio e também as pessoas que você tanto ama.

O que é o CFTV?

Conhecido por aqui como Circuito Fechado de Televisão (CFTV) ou Closed Circuit Television (CCTV), nos Estados Unidos, o monitoramento nada mais é do que a vigilância feita por câmeras que transmitem as imagens em tempo real para um gravador de vídeo ou central de monitoramento, no caso de câmeras IP.

Em razão do aumento da violência urbana nos últimos anos, a instalação do CFTV cresceu exponencialmente, principalmente em residências, prédios, lojas, supermercados, áreas públicas (como praças e avenidas), condomínios, empresas, entre outros.

O sistema é a colocação de câmeras em pontos estratégicos, principalmente onde circulam muitas pessoas ou em áreas que possam gerar perdas, como no almoxarifado de uma companhia ou nos corredores de supermercados, além, é claro, nos pontos de maior vulnerabilidade, tais como estacionamentos, frente e laterais de casas, com o objetivo de coibir atos ilícitos.

Trata-se da tecnologia mais avançada do momento quando o assunto é segurança, com inúmeras vantagens como mostraremos ao longo deste artigo.

Como funciona o CFTV?

O CFTV tem um funcionamento bem simples. As imagens coletadas pelas câmeras são transmitidas para telas de TV que ficam em uma central. A recepção é feita por placas DVR ou Stand Alone, possibilitando apenas a exibição ou gravação, de acordo com a configuração.

No entanto, o bom funcionamento só se efetivará por meio da instalação de uma fonte de alimentação, com dimensionamento adequado para a câmera e também qualidade no conector do cabo de vídeo, com objetivo de garantir a capacidade do sinal. Assim, um gravador digital e um nobreak são essenciais para o correto funcionamento do sistema de CFTV.

As câmeras são integradas a gravadores de vídeo e as capturas de imagens podem ser transmitidas também para smartphones ou tablets. Tudo é realizado em tempo real com lentes modernas que captam as imagens em alta resolução, inclusive em 360º, dependendo do modelo.

Dessa forma, o videomonitoramento distribui as imagens para uma ou mais TVs, sendo um meio essencial não só para inibir crimes, como também para auxiliar a polícia em investigações de diversos tipos de ocorrências.

Um ponto muito importante é que a central não necessita ficar nos locais de instalação das câmeras, ou seja, quem supervisiona está seguro e pode, inclusive, contar com um monitoramento remoto.

Quais são os principais tipos de CFTV?

Existem dois tipos de CFTV: o analógico e o IP. O primeiro ainda é o mais utilizado no mercado em razão dos menores custos e foi o responsável pelas experiências iniciais do videomonitoramento na área de segurança tanto patrimonial quanto residencial.

No analógico, as ligações das câmeras com os dispositivos são feitas por cabos coaxiais, que são responsáveis pelo sinal, enviando as imagens aos gravadores e depois para os monitores. No entanto, a qualidade atualmente não há diferenças, devido evolução dos sensores e resolução das câmeras oferecidas pelo mercado.

Já o IP abre um leque de possibilidades, pois oferece imagens em alta definição, além de contar com câmeras que têm a tecnologia IP, ou seja, ocorre a transmissão dos dados de voz e vídeo em rede.

Outra vantagem indiscutível é que tudo pode ser acessado por meio de sistemas remotos, como smartphones, tablets ou monitores HD, Full HD ou mesmo 4K. São fatores que apresentam pontos favoráveis no custo-benefício.

Fique atento quanto ao modelo escolhido para o gerenciamento das câmeras, que pode ser DVR (menor custo-benefício, imagens com qualidade razoável), NVR (full HD, imagens excelentes) ou HVR (híbrido, funciona para câmeras analógicas e IP), de acordo com a necessidade do seu projeto. Vamos falar mais sobre isso daqui a pouco.

Quais as partes do sistema?

Câmeras

Além de escolher o tipo do CFTV para o seu negócio ou casa, outra dica importante é saber quais câmeras fixas você instalará, pois cada uma tem particularidades diferenciadas. Vamos a elas:

  • pinhole — basicamente, as câmeras são minúsculas, com lentes menores ainda, podendo ser comparadas a uma ponta de alfinete. Apesar de pouco procuradas, são bem úteis para o gerenciamento de conflitos internos ou para resolver possíveis situações de desvios de conduta dentro das empresas;

  • bullet — é em formato cilíndrico e conta com sensor infravermelho;

  • dome — trata-se da mais utilizada no mercado. Tem formato arredondado, comparado com uma bolha;

  • box — são as câmeras protegidas por uma caixa.

O modelos de câmeras se integram às necessidades de cada ambiente. Existem opções com sensor de imagem, infravermelho, para uso interno e externo, com proteção antichuva e, até mesmo, com sistema para inibir atos de vandalismo. Locais com menos luminosidade geralmente têm câmeras que captam em preto e branco, pois são mais sensíveis, gerando uma qualidade superior de imagem.

Quem faz o videomonitoramento de ambientes internos também pode optar pelas câmeras com microfone, que captam o áudio no sistema. Tenha atenção ainda ao cabeamento adequado, que pode ser coaxial ou UTP, com seus respectivos pontos de energia elétrica. Na falta de uma câmera com microfone, há modelos vendidos separadamente no mercado, com excelente qualidade de captação.

Lentes

No entanto, as câmeras necessitam de boas lentes para captarem imagens nítidas e que possibilitem aproximações na identificação de um criminoso, por exemplo. As mais comum são as fixas, que capturam um ângulo de visão com maior amplitude ou mais foco, de acordo com a necessidade do monitoramento.

As lentes com autoíris compensa a luminosidade do local, obtendo imagens bem nítidas, independentemente da iluminação do ambiente. O ponto negativo é que necessita de troca mecânica. Já a com autoíris eletrônico ganha exatamente nesse aspecto: ela não precisa de troca.

Fora isso, cada lente tem uma especificação, como distância focal, as PAN, que realizam movimentos horizontais e verticais, tudo por meio de um controle que fica sob responsabilidade do operador.

Diante das inúmeras opções, a nossa dica é procurar ajuda profissional a fim de conhecer todos os detalhes do seu projeto antes de escolher o sistema, as câmeras e as lentes que serão instaladas, com o objetivo de fazer um bom investimento, que traga resultados eficazes.

Sistema de gravação das imagens

DVR

Digital Video Recorder (DVR) é um aparelho muito utilizado quando se tem apenas câmeras analógicas em atuação, pois tem um bom custo-benefício fazendo com que seja mais barato em vários casos. Eles oferecem várias funcionalidades de acordo com o modelo, como:

  • armazenamento das imagens em alta definição;

  • monitoramento em tempo real;

  • backup dos arquivos em HDs externos ou em nuvem;

  • acesso às imagens das câmeras em horários específicos;

  • visualização do sistema de CFTV por meio de celulares e tablets etc.

“Como todo pró tem que ter um contra”, o limite de gravação dos DVRs é de 960 linhas de resolução. Além disso, o sistema DVR tem o ponto negativo de fazer o armazenamento de imagens analógicas, apenas. Mesmo que haja câmeras IP no sistema, conectadas no aparelho por cabo, a imagem será armazenada como sendo analógica. A resolução da imagem é considerada média e o aparelho é indicado para quem está com valores mais baixos para investir em segurança.

NVR

O sistema e os pontos positivos do Network Video Recorder (NVR) são bem parecidos com os do DVR. Ele permite a integração e gravação de todas as câmeras em um mesmo aparelho. A diferença dele é a adequação apenas à tecnologia IP. Dessa forma, as câmeras serão ligadas ao aparelho sem o uso de cabos, e sim, pela mesma rede Wireless. O processador é bem potente e o espaço para gravação é relativamente grande.

A desvantagem, porém, é o custo. O aparelho, em geral, é mais custoso que o DVR. Mas já que os cabos são desnecessários, haverá uma redução de custos expressiva neste aspecto.

HVR

Hybrid Video Recorder (HVR) é uma junção das duas tecnologias mencionadas acima, como o nome “híbrido” sugere. Dessa forma, ele admite câmeras analógicas e IPs no seu sistema. Alguns HVRs suportam também a tecnologia AHD, que são câmeras analógicas com alta definição. É um aparelho indicado para quem quer continuar usando as câmeras mais antigas e deseja incrementar no conjunto outras com tecnologia mais moderna.

A desvantagem é que a inclusão de câmeras analógicas no sistema pode fazê-lo ficar vulnerável. Isso acontecerá porque as imagens dessas câmeras podem comprometer a visualização em casos onde é preciso identificar o rosto de alguém, por exemplo.

Como é feita a implantação do CFTV?

A implementação de um Circuito Fechado de TV necessita, primeiramente, de uma profunda análise com foco na demanda, ou seja, é preciso fazer um estudo de caso. Observe quais são os pontos de maior passagem de pessoas, os que são mais vulneráveis, onde as câmeras poderão ser instaladas, além de traçar os objetivos de cada captação de imagens.

É imprescindível que haja uma comunicação de qualidade entre você e o profissional da empresa contratada para implantar o CFTV. Isso porque cada projeto conta com particularidades específicas, como monitoramento do acesso, controle do ambiente, proteção dos ativos, entre outros.

Outra dica fundamental é perguntar ao profissional se a escolha dos locais em que as câmeras ficarão são adequados. Com uma boa conversa e traçadas as probabilidades, dificilmente haverão pontos cegos. Afinal, eles são grandes inimigos que acabam favorecendo a ação dos bandidos.

Observe também de maneira criteriosa todos os detalhes que podem interferir no monitoramento. Por isso, muitas vezes são necessárias mais câmeras, tendo como base o tamanho do local e os riscos, como de incêndios.

Além do aspecto operacional, a implantação demanda que haja uma infraestrutura de rede adequada para que o sistema funcione sem interrupções. Afinal, a qualidade do sinal necessita da internet e da integração entre todos os equipamentos.

Após todas as verificações, cuidados e estudos, chega a hora de realizar a compra dos equipamentos, com base na realidade do seu projeto. A empresa contratada ficará responsável pela instalação e pelos testes posteriores, extremamente necessários para que possíveis ajustes sejam realizados.

Nesse momento, mais uma questão entra em pauta: quem ficará responsável pelo monitoramento? Você, a empresa que instalou o CFTV ou uma firma de segurança patrimonial? Independentemente de quem fique com o gerenciamento, a companhia contratada pela implementação deve oferecer um suporte, com as devidas capacitações.

Isso é importante porque muitos usuários podem ainda não estarem familiarizados com o sistema e precisam aprender a manusear corretamente as câmeras. Sem falar nas orientações que ajudem no dia a dia e evitam erros, como o acionamento incorreto de um alarme ou o acionamento da emergência em algo que poderia ser resolvido sem a presença dos oficiais.

Seguindo todas as dicas, certamente o seu patrimônio e a sua família estarão mais seguros, tendo em vista que o CFTV é hoje a principal arma dos cidadãos contra a ação dos bandidos.

Qual é a importância do CFTV?

A principal importância do CFTV é na prevenção de crimes. Com a crescente onda de violência em todas as cidades brasileiras e, até mesmo, nas zonas rurais, nada melhor do que o videomonitoramento para fazer com que os criminosos pensem duas vezes antes de agir.

Afinal, quando um local não conta com câmeras, as chances de um assalto dar certo são bem maiores, sendo um atrativo para quem não respeita as normas vigentes na sociedade.

A implantação do CFTV também auxilia nas estratégias de políticas públicas de segurança, pois destina um maior controle social sobre locais que têm altos índices de violência, como praças, eventos, sem falar no monitoramento do trânsito.

Aliás, as câmeras são extremamente importantes para controlar o tráfego, fazendo com que os motoristas respeitem as leis de trânsito, como parar no vermelho em um semáforo. Além disso, o videomonitoramento contribui na inibição de perdas, furtos e roubos em empresas e residências, como veremos a seguir.

Para empresas

Como a presença de pessoas mal intencionadas está por todos os lados da sociedade, ninguém consegue ficar totalmente livre de sofrer surpresas desagradáveis. Assim, o CFTV nas empresas evita que os colaboradores desviem matérias-primas, coloquem dinheiro no bolso, fiquem parados em momentos de produção ou façam maus atendimentos.

Com as câmeras mantendo o gestor sempre bem informado sobre tudo o que está acontecendo, dificilmente acontecerão perdas ou reclamações dos clientes. Isso porque a maior parte dos funcionários se inibe de realizar algo ilícito quando sabe que está sendo filmado.

O CFTV é necessário também para apontar corretamente quem foi o responsável pela quebra de determinado equipamento, tendo em vista que frequentemente ninguém assume a culpa de imediato. Mas é fundamental ressaltar que o monitoramento dos colaboradores não deve constrangê-los ou infringir as leis que dizem respeito à privacidade.

E, claro, monitora todas as áreas externas da empresa, contribuindo com uma maior segurança, ponto essencial para evitar grandes prejuízos ocasionados por possíveis roubos ou furtos.

Para residências

Sendo um dos principais alvos de roubos e furtos no país, as residências necessitam de um sistema CFTV para dificultar a ação dos bandidos. Além de garantir a segurança da sua família no dia a dia, o videomonitoramento é ideal para momentos em que a casa fica sem ninguém, como finais de semana ou férias.

Ao optar pelo monitoramento digital, você poderá conferir as imagens em tempo real em seu celular, ou seja, é possível verificar se está havendo algum problema com o seu pet, por exemplo, auxiliando em ações emergenciais.

Você também poderá observar quem está acionando a campainha, sendo mais um fator de segurança para não ser surpreendido por um assaltante, tendo em vista que, em muitos casos, os criminosos passam por mendigos ou prestadores de serviços.

O videomonitoramento em residências por CFTV pode também inibir atos de vandalismo, como pichações ou o uso de drogas em frente ao seu lar.

Outro ponto que merece destaque é que você poderá acionar a polícia quando determinada atitude suspeita surgir, como a passagem ininterrupta de um carro pela sua rua, ação muito comum quando os criminosos estão estudando um provável assalto.

Além disso, quando algum prestador de serviço for realizar um reparo em sua casa, como limpeza da piscina ou corte da grama, haverá mais um meio para fiscalizar se o combinado está sendo executado com qualidade.

Quais são os benefícios do CFTV?

Você pode se perguntar: o CFTV só contribui com a segurança patrimonial? A nossa resposta é: não! Aliás, o sistema vai bem além do que simplesmente esse grande benefício. Abaixo, elencamos mais algumas vantagens.

Gera provas contra ações trabalhistas

O registro de tudo o que acontece nos ambientes monitorados faz com que os empregadores tenham provas contundentes sobre determinada reclamação trabalhista.

Caso um colaborador entre com um processo alegando que a causa de um acidente foi falha de um equipamento ou mesmo da empresa, as imagens poderão demonstrar o outro lado da história, como a falta de uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) ou falhas técnicas por parte do trabalhador.

A companhia ainda poderá ter o respaldo da lei para possíveis demissões por justa causa, como no caso de desvios de materiais, contando com as imagens como provas indiscutíveis. Inclusive, sabendo que foi filmado em uma situação ilegal, o funcionário dificilmente procurará a Justiça, ou seja, você vai reduzir custos e tempo com processos judiciais.

Garante a otimização do tempo

O CFTV ajuda as empresas a tomar decisões de acordo com os índices de produtividade disponibilizados pelas imagens. Ao monitorar os colaboradores, você poderá saber quem se destaca mais em determinadas funções, sendo um fator preponderante na otimização do tempo.

Com isso, é possível ganhar mais competitividade e ainda melhorar a qualidade dos serviços e produtos disponibilizados aos clientes, sem falar na diminuição das perdas.

Ajuda no reconhecimento de criminosos

Mesmo que um crime ocorra, as imagens fornecidas pelo sistema são um excelente meio para ajudar nas investigações da polícia. Os noticiários mostram diversos casos de criminosos localizados e encerramentos de inquéritos após as constatações evidenciadas pelo CFTV.

Aliás, a localização do bandido é bem mais rápida quando existe o respaldo das imagens. Isso também vale para quem desrespeita as leis de trânsito ou causa um acidente em razão de uma imprudência. As imagens são fundamentais para esclarecer os fatos, trazendo transparência e credibilidade no entendimento de ambos os lados de uma situação.

Previne contra ações de vândalos e criminosos

Sabendo que muita gente picha muros, destrói carros estacionados nas ruas, entre outros atos de depredação ao patrimônio, o CFTV é excelente para inibir as atitudes de adolescentes ou adultos mal-intencionados.

Fora isso, o monitoramento mantém a vigilância por 24h, todos os dias da semana, ou seja, você poderá prevenir crimes contra a segurança da sua família, acionando o alarme quando houver uma situação de emergência.

A presença das câmeras por si só já afasta muitos bandidos. Afinal, os criminosos geralmente querem agir em locais que oferecem menos obstáculos para suas empreitadas, ou seja, a implantação do CFTV é fundamental para enfrentar a violência urbana.

Aumenta a segurança pública nas cidades

O videomonitoramento também é essencial nos pontos públicos, como calçadões e praças das cidades. Isso porque o furto de celulares nas ruas atingiu um nível descontrolado. Com as imagens, as autoridades conseguem aumentar o sucesso de localização dos criminosos, fortalecendo as ações preventivas e repressivas.

Além disso, o CFTV concede mais bem-estar aos moradores, pois o deslocamento nas ruas fica mais seguro.

CFTV na indústria e no comércio

Se o uso do CFTV tem crescido grandemente em residências, o comércio e as indústrias não ficam para trás. E nesses casos, o uso vai além da segurança. Acompanhe.

Indústria

Tanto na parte externa como interna, o uso de câmeras reforça a segurança contra ações de assaltantes e também inibe atos ilícitos por parte de funcionários. Nesse último caso, a pessoa fica desmotivada de cometer algum furto ou ser improdutiva no trabalho sabendo que está sob os olhares de uma câmera.

Além disso, ainda há a possibilidade de monitorar linhas de produção e locomoção remotamente. Isso pode ser vantajoso para a redução do quadro de operários e também para facilitar a supervisão em áreas de acesso difícil ou alto risco.

Contudo, muitas vezes nas instalações em ambientes com muitas máquinas há o risco de interferências eletromagnéticas no sistema de CFTV. Empresas especializadas em segurança podem resolver o problema usando blindagem dos cabos e aterramento elétrico dos aparelhos.

Comércio

As instalações são bem parecidas com as que são feitas em residências. Porém, as utilidades são maiores. O CFTV no comércio pode ajudar no marketing da empresa, inclusive. Muitos gestores usam as imagens das câmeras para gerar um mapa de calor que indica os locais da loja mais frequentados pelos clientes. Com isso, é possível reposicionar produtos em prateleiras para dar um empurrão nas vendas.

Dá para monitorar também o número de pessoas que entra na loja e comparar com o número de vendas. Fazer essa análise ao longo de 1 mês pode trazer informações bem relevantes para ajudar no faturamento.

11 visualizações0 comentário

Atualizado: 24 de abr. de 2023

O CFTV que é Sistema Fechado de TV, ele é composto por 3 partes fundamentais:


A segurança patrimonial é o conjunto de medidas de prevenção para evitar ou reduzir perdas patrimoniais de uma determinada organização. Consideramos como organizações as empresas e instituições, assim como os condomínios e as residências.

Cabe ressaltar que essas medidas devem ser pensadas de maneira integrada, para assegurar que uma influencie a outra positivamente. É preciso garantir, por exemplo, que se tenha um sistema antifurtos integrado a um bom controle de portaria, de forma a abranger toda a estrutura a ser protegida.

A segurança patrimonial protege, então, todos os interesses da organização no que se refere aos recursos financeiros existentes, a seu patrimônio físico (representado por instalações, estoques, equipamentos, veículos e assim por diante) e também a seus recursos humanos.

Com isso em mente, é possível identificar facilmente o grau de importância que ela assume em qualquer circunstância, não concorda? Em algumas situações, essa importância pode até representar a garantia de que a organização cumprirá as funções para as quais foi instituída. Acompanhe o próximo tópico para saber mais!

Qual a importância da segurança patrimonial?

Além de preservar os valores mais evidentes de qualquer organização, representados tanto pelas pessoas quanto pelos bens materiais, a segurança patrimonial pode até garantir a continuidade dos processos em alguns segmentos empresariais. E esse fator a torna essencial, inclusive do ponto de vista da estratégia produtiva.

Já pensou, por exemplo, se ocorre um incêndio de grandes proporções ou se diversos veículos são furtados em uma transportadora? Essas fatalidades podem não só prejudicar como até mesmo paralisar as atividades do negócio, além de afetar a credibilidade da organização! E tudo isso pode ser evitado com a implementação de um sistema de segurança bem dimensionado.

Em tantos outros casos, a segurança patrimonial pode ser essencial para viabilizar a própria existência do negócio. Casas de câmbio, que lidam com dinheiro vivo a todo momento, fábricas de joias, joalheria e empresas de equipamentos de tecnologia são alguns desses tipos de empresas que não podem prescindir da adoção de medidas de segurança patrimonial. Surge, então, a necessidade de se pensar nesses quesitos desde o início do projeto de implantação do ponto comercial.

Todo bom sistema de segurança patrimonial deverá cumprir funções gerais de prevenção para que possa ser aplicado a qualquer organização. Contudo, algumas funções podem ser mais relevantes para um ou outro caso, avaliação que deve ser feita antes da implantação.

É preciso observar as particularidades de cada situação, analisando os riscos e a necessidade de prevenção contra as seguintes possibilidades:

  1. Incêndios;

  2. Furtos internos e externos;

  3. Assaltos;

  4. Atos de espionagem e concorrência desleal;

  5. Violação de sistemas informatizados;

  6. Atos de terrorismo;

  7. Sabotagens e paralisações intencionais de processos;

  8. Chantagens;

  9. Greves violentas;

  10. Uso de álcool e drogas no ambiente de trabalho;

  11. Epidemias e contaminações coletivas;

  12. Acidentes, explosões e desabamentos;

  13. Sequestros de dirigentes (ou de seus familiares).

Como garantir a segurança patrimonial?

O dimensionamento correto de um sistema de segurança patrimonial (aquele que será capaz de prevenir riscos e evitar ocorrências) parte de uma análise preliminar que considera todos os fatores expostos e os pontos mais vulneráveis nas rotinas da organização.

Só com essa avaliação será possível identificar quais medidas precisam ser adotadas, sempre levando em conta as normas estabelecidas, os equipamentos que devem ser instalados e a formação da equipe encarregada da segurança. Nesse sentido, é preciso considerar basicamente os seguintes princípios:

Prevenção

Os expedientes de segurança devem ser capazes de prevenir contra tudo o que pode afetar negativamente os processos da organização.

Inibição

O sistema de segurança deve possuir caráter ostensivo de forma a inibir os criminosos de atuarem no local. Analisando externamente o local o sistema de segurança deve demonstrar que quaisquer práticas criminosas no local serão extremamente arriscadas.

Capacidade de reação

Caso a prevenção e a inibição não sejam suficientes para impedir uma ação criminosa, o sistema deve prever a reação para deter os criminosos. Seja reagindo diretamente contra eles, seja alertando os órgãos públicos de segurança.

Treinamento

Os procedimentos de rotina e aqueles que precisam ser adotados em casos de ocorrências devem ser realizados de maneira consciente, ágil e precisa, o que só pode ser conquistado a partir do treinamento adequado.

Investimento

Deve ser proporcional aos riscos corridos.

Medidas

Não devem atrapalhar os processos da organização.

Eficiência

Todos os envolvidos da equipe devem estar plenamente habilitados para cumprir as funções delegadas;

Integração

O departamento encarregado pela segurança deve estar completamente integrado aos demais da organização.

Transparência

Todo e qualquer procedimento deve ser compreendido, admitido e aprovado por todos os envolvidos internamente no processo.

Sigilo

As informações contidas no Plano de Segurança devem ser restringidas exclusivamente as pessoas envolvidas no processo, limitando-se ao máximo o acesso do mesmo a outras pessoas.

Vamos agora então verificar mais detalhadamente os fatores da segurança patrimonial?

Segurança perimetral

Um ponto essencial da segurança patrimonial consiste em garantir a capacidade de proteção contra violações e acessos não autorizados. Na maior parte das vezes, os invasores têm como objetivo praticar furtos, assaltos, sequestros, sabotagens ou outras ações criminosas.

É essencial detectar a presença de indivíduos suspeitos nas proximidades da organização ou em locais onde eles não deveriam estar.

A verdade é que se deve acrescentar o máximo de dificuldade possível entre a área externa e a área interna a ser protegida. Isso deve ser feito projetando sistemas físicos e eletrônicos de barreira perimetral, como:

  1. Muros altos

  2. Cercas elétricas

  3. Sensores perimetrais e concertinas

Os dispositivos devem ser adotados analisando-se a particularidade de cada local. Uma boa segurança perimetral deve basicamente considerar dois aspectos:

  1. Dificultar ao máximo a transposição das barreiras físicas, o que pode ser feito elevando a altura da barreira ou criando dificuldades de acesso com dispositivos cortantes (concertinas, espetos e cacos de vidros) ou cerca elétrica.

  2. No caso da violação da barreira, o sistema projetado deverá permitir a pronta identificação. No caso da cerca elétrica, o rompimento do fio aciona esse alarme ou também através de sensores perimetrais que permitem fazer essa identificação. Câmeras inteligentes com Video Analytics poderiam auxiliar nesse processo.

As fechaduras dos portões externos também merecem atenção. De que adianta ter muros altos e cerca elétricas se a fechadura do portão da frente é facilmente arrombada.

A utilização de cães de segurança também é interessante para auxiliar na segurança perimetral. Cães bem treinados, além de serem um fator importante de inibição para invasores, identificam através de latidos qualquer estranho que esteja rondando no local para, eventualmente, praticar atos delituosos.

CFTV

O sistema de câmeras (CFTV) é um dispositivo fundamental dentro de um sistema de segurança eletrônica. Ele possui basicamente três funções:

1- Inibição

O fato das pessoas saberem que estão sendo filmadas e eventualmente gravadas diminui a propensão de praticarem atos delituosos. Estudos demonstram que áreas monitoradas por câmeras possuem incidência criminais menores, mantendo outras variáveis semelhantes.

2- Detecção

O sistema de CFTV permite detectar ações criminosas. Isso pode ser feito através da Central de Monitoramento ou através de sistemas modernos, com função de Video Analytics. Nesse último caso, sem a necessidade de um operador, o equipamento detecta situações de risco.

3- Identificação

Mesmo que a detecção no momento do crime não aconteça, seja por questões tecnológicas ou de orçamento, se o sistema possuir gravação, é possível identificar os criminosos. Além disso, podemos aprender o modus operandis da ação e corrigir eventuais falhas no sistema de segurança.

Nos últimos anos, as câmeras de vigilância têm passado por inovações tecnológicas importantes. A câmera IP, por exemplo, é uma câmera de vídeo que pode ser acessada e controlada via qualquer rede IP, como a LAN, Internet ou Intranet, e que tem sido cada vez mais utilizada em projetos de segurança. Elas não necessitam de softwares, tornando fácil a instalação e manuseio dentro da rede, pois possui seu próprio endereço IP.

Controle de entrada e saída

Tanto a entrada quanto a saída de pessoas e veículos deve ser rigorosamente controlada. Em relação aos veículos, o monitoramento pode se dar por meio de câmeras que permitam a identificação de placas, enquanto o fluxo de pessoas pode ser controlado por sistemas capazes de fazer reconhecimento facial.

O controle biométrico por digital, associado a catracas, também é bastante útil para agilizar os acessos ao mesmo tempo que garante a devida identificação das pessoas. Porteiros físicos, interfones e portarias virtuais também são especialmente eficazes na realização desse tipo de controle.

Na prática, estacionamentos devem ser continuamente monitorados e, no caso da entrada e da saída de pessoas, deve-se fazer uma distinção cuidadosa entre o próprio pessoal da organização, visitantes e fornecedores, com a adoção de procedimentos específicos para cada caso.

Prevenção contra incêndios

Os riscos contra o patrimônio e contra as pessoas que um incêndio pode oferecer são bastante evidentes, tanto que devem ser analisados de acordo com cada organização, a fim de subsidiar a elaboração de um projeto de prevenção específico. Deve-se considerar as rotinas e as classes de incêndio existentes, que podem ser sólidos, inflamáveis, eletroeletrônicos e metais. A partir dessa constatação, é possível definir os dispositivos de alarmes e agentes extintores que deverão ser instalados, assim como providenciar o devido treinamento para a brigada de incêndio.

Acidentes e crises emergenciais

O grau de risco de acidentes em uma organização está relacionado à finalidade para a qual ela foi constituída. Assim, os riscos de acidentes na construção civil são maiores do que no comércio, por exemplo. Por isso as possibilidades de ocorrências devem ser analisadas caso a caso e as medidas preventivas corretamente dimensionadas.

Já as crises emergenciais podem ser desencadeadas por fatores diversos, sejam eles naturais ou não. É o caso de alagamentos, desabamentos, explosões, raios, entre outros, que podem ser fortuitos ou associados à estrutura ou à finalidade da organização.

Em qualquer situação, mesmo os riscos menos prováveis também devem ser considerados, a fim de direcionar as respectivas reações. Devem existir procedimentos formalizados e amplamente divulgados de forma que todos saibam o que fazer em cada situação de crise.

E onde entra o treinamento da equipe?

Uma questão importante a ser considerada na implantação de um sistema é a competência da equipe para utitilizar o equipamento. Afinal de contas, de nada vale elaborar um projeto perfeitamente alinhado aos riscos existentes e instalar os equipamentos mais sofisticados disponíveis no mercado se o pessoal responsável pela operação do sistema não estiver devidamente treinado para atuar.

Processo de seleção

E as providências para que a qualidade do time seja compatível com as atividades exercidas começam logo com a seleção do pessoal a ser treinado.

Nessa fase, as capacidades físicas, legais e psicológicas necessárias para o exercício das funções de monitoramento e vigilância devem ser avaliadas, dando atenção especial aos candidatos que tiverem capacitação anterior na área. Essa bagagem pode ser representada por experiência policial ou militar ou frequência a cursos de vigilantes credenciados pelo Policia Federal. Aliás, esse credenciamento é fundamental para que o treinamento seja regularizado, o que interfere na qualidade da equipe já que as táticas de segurança devem estar de acordo com rigorosos padrões.

Colaboradores da portaria

Assim, as funções de portaria não devem ser exercidas por pessoas inexperientes, que não tenham conhecimento específico sobre o controle de entrada e saída de pessoas, recebimento de correspondência e de mercadorias, monitoramento de área de estacionamento, entre outras tarefas inerentes à função.

Também é fundamental que esses funcionários sejam instruídos a respeito de como se comportar cordialmente no trato com o público, sem perder a firmeza necessária para cumprir com as normas estabelecidas.

Listamos 7 dicas para você contratar um porteiro. Veja aqui.

Responsáveis pela vigilância

Da mesma forma, vigilantes devem compreender todos os passos a serem seguidos no monitoramento das áreas definidas e as responsabilidades que essa tarefa envolve. Se uma vigilância armada se faz necessária, é indispensável que, além de rigoroso treinamento, os vigilantes sejam especificamente credenciados para a função, inclusive levando em conta a Instrução Normativa 78, de 2014, que estabelece os procedimentos para os exames psicológicos aplicados à categoria (conforme o previsto no Estatuto do Desarmamento, Lei número 10.826, de 2003).

Instruções para todos

É essencial, ainda, que os demais funcionários envolvidos com as medidas de segurança conheçam suas funções e tenham aptidão para operar equipamentos e adotar procedimentos. Isso sem contar que, além da capacitação individual dos funcionários e da instrução coletiva da equipe de segurança, também é necessário que todo o quadro da organização conheça as normas, assim como as maneiras de proceder nos casos de ocorrência.

Assim, seja em empresas, instituições e condomínios comerciais, é vital que todos os departamentos e funcionários sejam treinados para cumprir o que for estabelecido e para saber como agir caso haja necessidade. E quando se trata de unidades residenciais e condomínios, além dos funcionários, deve-se incluir também os próprios moradores no treinamento.

Cabe aqui frisar que a eficiência de um sistema de segurança patrimonial está diretamente vinculada a fatores relacionados à identificação dos riscos, à elaboração de um projeto consistente, à instalação de equipamentos compatíveis com as necessidades e ao treinamento adequado, não só da equipe de segurança, como dos demais atores presentes na organização. Todavia, é essencial que todos esses componentes estejam em sintonia, a fim de viabilizar a eficácia dos procedimentos preventivos e os bons resultados caso surja a necessidade de reagir a alguma ocorrência.

Vale a pena terceirizar a segurança patrimonial?

Como já é possível perceber a essa altura da leitura, a segurança patrimonial eficiente inclui uma série de ações que exigem conhecimento específico e que, portanto, não podem ser executadas com base no improviso ou seguindo uma estratégia de tentativa e erro, afinal, é preciso considerar a dimensão dos riscos que a escolha desse caminho admite.

É essencial, assim, que toda a análise, o planejamento, a implantação e a execução das medidas de segurança sejam realizados com o devido acompanhamento de um profissional da área. Aqui você pode ver 7 benefícios da terceirização para a sua empresa.

Contratação direta

Não resta dúvida de que o mercado oferece excelente profissionais, muitos disponíveis para uma contratação direta por parte da organização.

Nesse caso, pode-se transferir ao especialista contratado a responsabilidade pela seleção dos componentes da equipe e por diversas outras medidas necessárias à implantação de qualquer que seja o projeto de segurança. Há sim organizações que optam por essa alternativa (muitas vezes com sucesso, outras nem tanto).

Nesse cenário, contrata-se diretamente os gestores de segurança e os demais profissionais envolvidos com o setor, tais como porteiros e vigilantes. No decorrer da implementação, essas mesmas organizações solicitam aos próprios departamentos de compras que façam as aquisições dos equipamentos, arcando também com a supervisão direta da instalação e da manutenção de tais itens.

Da mesma forma, responsabilizam-se pelas despesas com treinamento e por todas as demais geradas pelo time e pela estrutura de segurança.

Desvantagens da contratação direta

Muitas vezes, essas organizações agem acreditando que não só haverá um melhor controle sobre os expedientes de segurança como será possível economizar na implantação e na operação do sistema. Mas a verdade é que essa escolha pode ser movida por erros de avaliação que precisam ser revistos.

Deve-se, primeiramente, considerar que, ao contratar profissionais de segurança, uma organização estará alocando recursos de pessoal e de capital em uma atividade que não é aquela para a qual ela foi constituída. Com isso, ela estará desviando recursos de algo que poderia ser bem mais proveitoso para sua atividade-fim.

Uma indústria alimentícia que investe na contratação de pessoal de segurança, por exemplo, onera seus processos enquanto poderia contratar mais pessoal capacitado para o desenvolvimento de novos produtos ou para a área de engenharia de alimentos.

Ainda cabe considerar que, por mais que a organização não seja especializada em segurança, eventualmente se tornará uma compradora de equipamentos, certo? Nesse caso, como não é do ramo, quaisquer aquisições provavelmente se darão por preços maiores do que aqueles praticados pelos fornecedores quando vendem para empresas especializadas, que são compradoras habituais.

Também vale ressaltar que a organização que opta pela contratação direta terá que investir em treinamento e reciclagem de seus profissionais, o que exigirá a contratação de cursos especializados, cujos custos costumam ser significativos.

Outros inconvenientes que devem ser percebidos em relação à contratação direta dizem respeito às relações de trabalho, uma vez que, em um dado momento, pode ser preciso enfrentar reclamações na Justiça do Trabalho, além de administrar o pessoal, considerando negociações salariais, faltas com necessidade de reposição, demissões, substituições e possíveis incompatibilidades.

Por fim, convém também salientar que, por melhor que seja, uma equipe de segurança própria atuará de maneira restrita aos procedimentos daquela organização específica, o que limita a capacidade de aprimoramento de técnicas, o conhecimento de novas tecnologias e a adoção de outros procedimentos eficientes que possam ser desenvolvidos com base em experiências externas.

Terceirização do serviço

Em contrapartida, a contratação de um serviço de segurança terceirizado elimina todos esses inconvenientes, ainda trazendo vantagens adicionais. Podemos começar pela economia de recursos financeiros, considerando que a administração de pessoal feita pelas empresas especializadas objetiva o melhor aproveitamento dos funcionários com foco na produtividade, evitando assim contratações desnecessárias.

Ao mesmo tempo, como uma empresa de segurança faz compras constantes, alcança maior capacidade de negociação juntamente aos fornecedores, com a vantagem extra de que esses comerciantes sempre procuram os especialistas da área para apresentar as novidades tecnológicas mais recentes que a indústria oferece.

Em relação ao treinamento, as vantagens que a terceirização dos serviços oferece são simplesmente imbatíveis. Afinal, a capacitação e a reciclagem de pessoal constituem ações contínuas, desenvolvidas por equipes próprias e com base não só nos mais modernos estudos disponíveis para o segmento da segurança como também na própria experiência adquirida no exercício da atividade, em atendimento às mais variadas demandas. Assim, as práticas não ficam estagnadas.

Já no que diz respeito à administração de pessoal, é interessante observar que uma empresa especializada em segurança possui um quadro de funcionários formado especificamente para atender às demandas do setor, com reserva de pessoal suficiente para atender às necessidades de cobertura de eventuais faltas ou mesmo para substituir qualquer colaborador em caso de necessidade. E tudo isso sem quaisquer implicações trabalhistas ou pessoais para a organização (como as que ocorrem nas relações diretas).

19 visualizações0 comentário
bottom of page